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Sunday, April 17, 2011

Du riechst so gut.

"Eu acho você. A trilha está fresca sobre a ponte. Goteja seu suor, seu sangue cálido. Eu não te vejo. Sinto apenas seu cheiro e sua presença. Um predador que grita, faminto. Posso te farejar a milhas de distância..." - Rammstein


Sunday, February 13, 2011

A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina. Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás pra frente. Nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso.

Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo. Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar. Então você trabalha 40 anos até ficar novo o bastante pra poder aproveitar sua aposentadoria. Aí você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara para a faculdade.

Você vai para colégio, tem várias namoradas, vira criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um bebezinho de colo, volta pro útero da mãe, passa seus últimos nove meses de vida flutuando. E termina tudo com um ótimo orgasmo! Não seria perfeito?

Charles Chaplin

Wednesday, February 9, 2011

Sorry about the bones elbows, 
sorry we lived here,
sorry about the scene
at the bottom of the stairwell 
and how i ruined everything,
by saying it out loud

Especially that,
but I should have known. You see,
I take the parts that I remember and stitch
them back together to make a creature that
will do what I say or love me back

- Richard Siken

Sunday, February 6, 2011

"If you can dream it, you can do it"
Walt Disney

Tuesday, February 1, 2011

Você não pode surpreender o destino, pois é dever dele surpreender você.

- Barbara Coulson

Saturday, January 22, 2011

"Most days of the year are unremarkable. They begin, and they end, with no lasting memories made in between. Most days have no impact on the course of a life."
(Narration - 500 Days Of Summer)
"But our love, is like the wind. 
I can't see it but I can feel it."
(A Walk To Remember)

Friday, January 21, 2011

Sinto saudade assim que ele vai embora. Quando ele não está comigo, eu acho que o inventei.

(Jenny Downham)

Thursday, January 20, 2011

Pela janela, vejo fragmentos da vida dos outros. 
(Jenny Downham)

Wednesday, January 19, 2011

Estou desaparecendo, como um fantasma, para longe de mim mesma.

(Jenny Downham)

Tuesday, January 18, 2011

O frio me causa um choque. Acende meus pulmões, transforma minha respiração em fumaça. Subo o capuz, aperto bem o cadarço debaixo do queixo e espero. Lentamente, como se estivesse saindo da bruma, tudo no jardim vai entrando em foco: o arbusto de azevinha roçando o barracão, um passarinho empoleirado na estaca da cerca, com as penas se eriçando ao vento. Dentro de casa, devem estar embaralhado as cartas e passando os amendoins, mas aqui fora cada haste de grama cintila, endurecida de gelo. Aqui fora o céu está repleto de estrelas, como uma cena de conto de fadas. Até mesmo a Lua parece enfeitiçada. Amasso galhos e folhas com minhas botas a caminho da macieira. Toco as ranhuras do tronco, tentando sentir através dos dedos sua cor cinzenta de ardósia. Algumas folhas pendem dos galhos, úmidas. Um punhado de maçãs ressequidas vai se transformando em ferrugem. Cal diz que os seres humanos são feitos das cinzas do núcleo de estrelas mortas. Segundo ele, quando eu morrer, tornarei a virar pó, luz cintilante, chuva. Se for verdade, quero ser enterrada bem aqui, debaixo desta árvore. Suas raízes vão penetrar a matéria macia do meu corpo até eu ficar totalmente seca. Renascerei como broto de maçã. Na primavera, despencarei até o chão como confetes, e grudarei nos sapatos da minha família. Eles me carregarão no bolso, me espalharão, em forma de seda sutil, nos travesseiros para ajudá-los a dormir. Então, que sonhos terão? No verão, eles me comerão. Adam pulará a cerca para me roubar, enlouquecido com meu aroma, minha robustez, com o brilho e a saúde que irradio. Pedirá à mãe que me use para preparar um crumble ou um strudel, e se fartará de mim. Deito-me no chão e tento imaginar isso. Mesmo, mesmo. Estou morta. Estou me transformando em macieira. Mas é meio difícil. Imagino o passarinho que vi mais cedo, se ele saiu voando. Imagino o que estarão fazendo lá dentro, se já sentiram a minha falta. Viro-me e pressiono o rosto contra a grama; ela pressiona de volta, fria. Corro as mãos pela grama, aproximo os dedos do nariz para sentir o cheiro de terra. Cheiro de mofo de folhas, hálito de minhoca.

(Jenny Downham)

Monday, January 17, 2011

Tudo que sei é que tenho duas escolhas: ficar enrolada em cobertores e começar a morrer, ou refazer a lista e começar a viver.

(Jenny Donwham)

Sunday, January 16, 2011

É um erro. É como despencar na escuridão.

(Jenny Downham)

Saturday, January 15, 2011

Hoje faz frio. As montanhas estão cobertas de uma palidez de morte e as nuvens são negras. 

(Bernard Cornwell)
Percorria a noite. Sozinho. Inquieto. Vestido de negro, mascarado, era uma sombra entre as sombras, um sussurro entre os murmúrios da escuridão. 

(Nora Roberts)

Monday, January 10, 2011

Me ame ou me odeie, ambos estão a meu favor. Se você me ama, eu sempre estarei em seu coração, se você me odeia, eu estarei sempre em sua mente.
Megan Fox

Monday, December 27, 2010


A dor muda as coisas, e dependendo de como você encara, te muda e te deixa mais forte.
House

Tuesday, December 14, 2010

E quando encosto a mão na tua e os seus olhos piscam e o sentimento é em todo reluto eu disfarço, acho graça. Porque é sempre assim...

(Barbara Coulson)

Wednesday, December 1, 2010

Não sou metade da pessoa que você espera que eu seja, não vou te agradar, não vou te dar mole, não vou te cantar e não vou ser simpática com você tão facilmente. Há quem diga que isso é antipatia, mas eu digo que sou do tipo dos sem tipos e meu tipo é esse, com abstrativismo e amando o que amo e não o que é visto.
(Barbara Coulson)

Tuesday, November 30, 2010

Lá está ela, mais uma vez. Não sei, não vou saber, não dá pra entender como ela não se cansa disso. Sabe que tudo acontece como um jogo, se é de azar ou de sorte, não dá pra prever. Ou melhor, até se pode prever, mas ela dispensa. Acredito que essa moça, no fundo gosta dessas coisas. De se apaixonar, de se jogar num rio onde ela não sabe se consegue nadar. Ela não desiste e leva bóias. E se ela se afogar, se recupera. Estranho e que ela já apanhou demais da vida. Essa moça tem relacionamentos estranhos, acho que ela está condicionada a ser uma pessoa substituta. E quem não é? A gente sempre acha que é especial na vida de alguém, mas o que te garante que você não está somente servindo pra tapar buracos, servindo de curativo pras feridas antigas? A moça…ela muito amou, ama, amará, e muito se machuca também. Porque amar também é isso, não? Dar o seu melhor pra curar outra pessoa de todos os golpes, até que ela fique bem e te deixe pra trás, fraco e sangrando. Daí você espera por alguém que venha te curar. As vezes esse alguém aparece, outras vezes, não. E pra ela? Por quem ela espera? E assim, aos poucos, ela se esquece dos socos, pontapés, golpes baixos que a vida lhe deu, lhe dará. A moça levanta e segue em frente. Não por ser forte, e sim pelo contrário… Por saber que é fraca o bastante para não conseguir ter ódio no seu coração, na sua alma, na sua essência. E ama, sabendo que vai chorar muitas vezes ainda. Afinal, foi chorando que ela, você e todos os outros, vieram ao mundo.

Caio Fernando Abreu.

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